01 junho, 2009















foto: Haroldo Palojr

Em Valença, uma menina desobediente e malvada chamou sua mãe de cavala. Punição: ficar encantada para sempre em forma de coruja e vagar pela cidade cantando: a cavala, a cavala, a cavala ...

Eu tinha fama de malcriada mas nunca chamei minha mãe de cavala. Mas pelo sim, pelo não, quando essa menina coruja passava piando eu tomava banho com a porta aberta.

M.

8 comentários:

Solange Maia disse...

seu blog é para ser declamado, para virar outdoor, para se amar...

que coisa mais linda...

Passei por aqui para deixar um beijo carinhoso !!!

Solange

http://eucaliptosnajanela.blogspot.com

e também, no cantinho que você já conhece :

http://bebelaemcontagotas.blogspot.com

Bernardo Guimarães disse...

pelo sim pelo não, vou ficar de olho em uma coruja que mora aqui perto...

Cosmunicando disse...

rsrsrs... pelo sim, pelo não =)

Gerana Damulakis disse...

Senti uma vontade maluca de parafrasear João Cabral de Melo Neto. Lá vai;não, não irá.
Adorei! Não me importaria com tal encantamento... a coruja é o símbolo da sabedoria. Há melhor do que isso?

Cosmunicando disse...

ah, obrigada pela visita no Literapura! bem vinda lá =)
beijo

maria guimarães sampaio disse...

tem razão solange, declamemos seu blog!

Chorik disse...

Encantado fiquei eu com esse grande continho!
P.S. Ontem uma lagartixa entrou no recinto no meio do banho e ficou me encarando. Melhor a coruja, não é não? rs

Marcus Gusmão disse...

Quase virei coruja. A primeira experiência que eu tive com um dicionário foi ajoelhado, de castigo num quarto, lendo e relendo o signifcado de égua. Minha mãe me mandava ler e reler e perguntava se ela correspondia àquela descrição. Taí, gostei da idéia de Solange do outdoor.

A Chuva de Maria

A Chuva de Maria

Muadiê Maria

Muadiê Maria