28 abril, 2009














Ruth Orkin


tempo tempo passará
dê-me tempo de criar
derradeiro ficará
dê-me tempo de curar
a minha dor
pe que ni na

Martha

13 comentários:

maria guimarães sampaio disse...

vaaaleu!

Bernardo Guimarães disse...

que bonito!...

Cosmunicando disse...

é de uma boniteza que a gente quer ni nar =)

bjos

Salve Jorge disse...

Enquanto o tempo passa
E tanto se embaraça
Ergamos a taça
Já que se o tempo
A gente não enlaça
Pelo menos achamos graça
A dor pequenina devassa
A gente rechaça
E acha tempo
Até pruma cachaça...

P.s - Tem uma veia de baiano cá em mim...

aeronauta disse...

Perfeito, perfeito! Lindo demais.

Chorik disse...

Maravilhoso canto de asa ritmada, como diria Cecília. Com o vídeo abaixo conheci o timbre da tua voz. Agora não te leio mais. Te ouço. Arigatô.

Nilson disse...

Bela ciranda!

fale com ela disse...

tempo!

Raiça Bomfim disse...

Que lindo!

Renata Belmonte disse...

Simples e lindo!

Casulo Temporário disse...

Um encanto, Martha!

Laura Diz disse...

Marth, existe dor de poeta pequenina?
não acredito, poeta é grande em dor.
quase invento uma palavra:
engrandedor. :)
Minha querida, obrigada, que bom que gostou de minhas bailarinas, preciso de estímulo, não desenho há anos. Comecei uma marinha em acrílico- dois barcos, e está encalhado aqui :) uma h desencalho :)
Tuas tags estão arrumadinhas, eu fiz uma bagunça, agora estou descobrindo como é.
bjs Laura

Antonio Sávio disse...

Lindo blog. Música latente seu poema.

A Chuva de Maria

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Muadiê Maria

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