23 setembro, 2010


Cenas esparsas do cotidiano

Gabriel, aos quatro anos, do lado de fora da nossa casa,
chama Haroldo que está no quintal:
- Pai de Bia, pai de Bia, tô preso! Abre o portão,
tô preso!

***

Eu em meu quarto na maior preguiça boa,
lá embaixo, na porta, Eduardo, com as costas deitadas em cima do meu carro, se espreguiçando e insistindo:
- Dona Martha, ôôôôôô dona Martha, não tem lixo hoje nããããããoo?

M.

4 comentários:

Gerana Damulakis disse...

Muito bom.

Chorik disse...

Ri muito!

Chorik disse...

Martha, dá um lixinho pro Eduardo!

E o Gabriel tá certo. É melhor estar preso com quem a gente gosta do que estar livre com quem não nos damos bem.

Bj

Bernardo Guimarães disse...

deliciosos fragmentos do cotidiano!

A Chuva de Maria

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Muadiê Maria

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