07 março, 2008

Semana passada, o carro estava com um barulho estranho. O mecânico disse:
Rolamento do Tensor da Correia do Alternador.
Ouço vozes, fico aflita.
E ninguém me diz o nome do que sinto.

Martha

17 comentários:

aeronauta disse...

Que maravilha de texto! Parabéns!

RAINHA MAB disse...

...

Lauar disse...

como eu gosto do que vc escreve!!! adoro!
é minha poeta preferida-mulher
tudo leve e denso ao mesmo tempo.
Bjs Laura

Laura disse...

Laura e não lauar que lembra luar... :)

Ana F. disse...

...
(o nome do que senti agora - não sei)

Koluki disse...

Minha querida, talvez so' voce mesma possa e deva dizer o nome do que sente...
Os carros nao teem sentimentos, talvez por isso seja tao facil aos mecanicos nomearem os seus problemas.

Beijo!

Anônimo disse...

Meu Deus, Martha!!!!! É isso, menina. Que modelo difícil este nosso, né? Sorte é que tb somos "móveis"...

Beijo

Lília

Luciana disse...

Eu digo! Sindrome da rebiboca da parafuseta, acompanhado de muita sensibilidade, doçura, querer bem, que volta e meia necessita bater papo com os amigos que já não encontra mais nos intervalos de aula e que faz uma falta!
Essa semana, então, foi terrível! Beijos e apesar de nos vermos quase todos os dias, saudade dos papos.

Clóvis Campêlo disse...

Segundo um velho professor amigo meu, quem pergunta já sabe a resposta.
Pergunta apenas para confrontar opiniões, ter certezas.
Dentro dos seus olhos, poetisa, estão todas as respostas.
Eu ví.

José Calvino disse...

Querida Marthinha,
Qual é o título? Perguntado ao mecânico, meu amigo, ele falou:
Substituindo o rolamento, o barulho, para! Eis..., o que eu sei, o barulho parou? Parece q sim!
Beijos do
Calvino

dpessoa disse...

idem ana f.
vc é fd.
n vale ficar assim
futucando oszoutros por dentro.

hunf!

buniteza da peste.

Gerlane disse...

Muitíssimo inteligente e original, Martha!

Beijos!

Anônimo disse...

Ninguém diz nem poderia dizer o nome de nossos sentimentos, Marthinha. O texto é curto, mas denso, cheio de significado. Gostei muito.
Beijos querida,

Conceição

Espatódea disse...

Eu também sinto isso e outras coisas... mas se algum dia descobrir um floral, um mecânico da alma, um remedinho... me avisa, me avisa! Muitos beijos

SANDRO ORNELLAS disse...

Não sei o nome do que sente, mas esse nome aí no carro, sei não, viu?

Nilson disse...

Belo texto. Bela questão: viver não é preciso!!!

Anônimo disse...
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