11 março, 2007

O afogado mais formoso do mundo


Você é o afogado
mais bonito do mundo

Retiro do seu rosto branco
os matos de sargaço
e os filamentos de medusa

Revelo a beleza
de suas sobrancelhas ruivas
incandescentes
rubras.

Martha

14 comentários:

CN disse...

Não desça ainda. Os Deuses estão um pouco louco, mas não mais do que sempre estiveram.
Obrigado pela visita. Volte sempre.
Que esse mar todo não nos separe.

Fred Neumann disse...

Quanta melodia bonita neste seu poema, Marta!
Continue nos presenteando!

Beijocas,

Fred

Cláudia disse...

que poema forte, Martha!
nossa!
para além dos sentidos... a percepção do amigo em outro teor vibratório.
beijos,
cláudia

Helder Hortta disse...

"...EU QUERO BEIJOS INTERMINAVEIS
ATÉ QUE OS LÁBIOS MUDEM DE COR..."


ADORO A VANESSA E VC?
BJS

Mônica Montone disse...

Singelo!!!!

[e adoro Garcia]

beijos e boa semana, flor

MM

MCA disse...

Obrigada pela visita A biblioteca de Jacinto. Volte sempre.

Lino disse...

Marta:
Surpreendente o poema, por explorar uma imagem que é o oposto do que diz, da beleza de um afogado.

Verônica Aroucha disse...

Que mar diferente, Martha...
É especial.
Abraço bem grande, amiga.
Verônica

Laura disse...

Linda contadora de histórias,
lindo afogado,
linda história...
AMO MUITO TUDO ISSO!!!

Marília disse...

Manets,
Lito me disse por esses dias que eu estava com seu cheiro.Mas fiquei pensando e vi que ás vezes me pego com palavras suas,com pensamentos tão seus que me levam ao riso e mais do que isso, com um sentimento de amor por você tão grande que me sinto só quando demoro de te ver.
Te amo
Little Manet´s

Marília disse...

ha... o cheiro, foi por causa da sua eterna alfazema....bjo

Nelson Ngungu Rossano disse...

Gostei muito palavras que se embrenham em nós...

Hoje vai a apresentação do livro "Manual para Amantes Desesperados" da poetisa angolana Ana Paula Tavares - Dia 14 de Março, pelas 18.30 Horas, na sede da Editorial Caminho (Auditório Vitor Branco - Av. Almirante Gago Coutinho, 121 - Lisboa). O livro será apresentado por José Luandino Vieira.

Está no meu blog um poema desse livro, delicie-se.

Kandandu

Olavo disse...

Adorei os versos e fico muito lisonjeado pela explicação. Gostei expecialmente das sobrancelhas flamejantes, um charme a mais para tanta formosura neste afogado! Pensei até enruivecê-las. Precisamos voltar mais vezes à ilha.
Bjs,
Olavo.

Giuliano Quase disse...

vim atrás do conto e olha o que encontro.

abraço

A Chuva de Maria

A Chuva de Maria

Muadiê Maria

Muadiê Maria