25 junho, 2013



Existem pessoas que entram em nossas vidas por acaso e por acaso permanecem como se fossem amiga antiga, daquelas que guardamos com bem-querência e para sempre guardadas estarão.Com a Martha Galrão foi assim. Cada vez que penso nela uma imagem/palavra se projeta (acalanto, candeeiro, olho de chama de vela, fonte, ventre, nascente, relampejar, lanternas do mar).
Na rede, entre o ir e vir , seus poemas bailam, sua escrita cativa. Dá vontade de ler pouquinho para não terminar, dá vontade de ler rápido para tudo guardar.
Dá vontade de escrever uma carta e mandar...

Sônia

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