26 agosto, 2010



o que temos para hoje:
eu reduzida a minha insignificância


11 comentários:

Gerana Damulakis disse...

Qual é, M?

Nilson disse...

Nós. Todos nós. E também não: a sua grandeza. A nossa.

aeronauta disse...

Martha, senti sua falta no lançamento. Bjos.

nydia bonetti disse...

ah... martha. sabe que eu acho que o ar seco é que faz isso com a gente. sinto-me exatamente assim. beijo

Chorik disse...

Você significa muito para mim e para uma porrada de gente que eu sei. Então, pode parar que essa doença é minha e não cedo pra você nem por decreto.

Bípede Falante disse...

Parece que essa semana é mesmo uma semana de, querida, encolhi as crianças. Estive em alguns blogs em que os blogueiros estão do mesmo modo e eu mesma estou um tanto quanto microscópica na minha bipedice.

Anônimo disse...

Marta, você é grande. Não te conheço pessoalmente, mas sinto. Bjs. Mônica Menezes

KImdaMagna disse...

...pois, tou com VC.


Xaxuaxos

Eliana Mara de Freitas disse...

você, reduzida a você mesmo, é muito.
E nada de insignificâncias!
Você é um doce, sensível, presente!
Esteja!

Beijinhos

Edu O. disse...

então não é

Quézia Neves disse...

Para que serve mesmo uma rosa? Para que tantas cores no entardecer? E o canto dos pássaros?

Detalhes insignificantes.

São igualmente insignificantes os poetas e toda classe de artistas.

Percebo a dor que há em reconhecer-se gota, ainda que possuindo uma sede com proporções de oceano.

É bom ter pessoas insignificantes, como você, Martha, que nos trazem beleza e encanto, diariamente, mesmo quando passam despercebidas pelos olhos de muitos.

É bom ter essa poesia insignificante que apenas em dois versos nos despertou um incômodo que é também nosso: ser grão, ser gota, ser pó.

A Chuva de Maria

A Chuva de Maria

Muadiê Maria

Muadiê Maria