22 novembro, 2009

afeto


Adorei participar da abertura do Movimento Artístico Marista Patamares na escola onde trabalho. Foi uma emoção deliciosa.





Leitoras especiais: Giovana, Deni, Luciana, Quézia e Rene.

Fundo musical: Jorge, a gente feliz porque também é da sua companhia
Fez a mágica acontecer e me deu os dois candeeiros: Elival
Me fizeram o convite: Socorro, Ana, Cristina, Merielle e Sandoval
Dicas, cenário e amor fraterno: Enjolras.
Edição-presente: meu amor
H.

24 comentários:

Anônimo disse...

Pôxa, deve ter sido muito bacana...


Adorei tudo: o cenário, as meninas leitoras, você que está bonita e as histórias.


Sabe, particularmente o caso de bisa Maria Augusta, tem uma polêmica acerca da história, pois minha mãe diz desconhecê-la e Marconi, o “chacoteiro”, faz gracinha com a nudez relatada... mas confirmo a tua lembrança, talvez porque a nós, as suas meninas, ela pudesse contar ou querer falar de uma forma de amar.


Vou mostrar a Anaís, sim!


Beijo

Anônimo disse...

Bom dia, Martha!
Como me identifiquei com a sua poesia ...
Chorei me lembrando de tanta coisa...
Brumado tbem tinha muito do que vc falou.. a luz que apagava às 10:00h
que coisa mais linda!!!!!!!!!!!
Vc fala com o coração!
Bjos Lu

Anônimo disse...

Martha,
Para nós que fazemos parte da organização foi uma honra contar com a sua colaboração, emoção e paixão pela arte.
Você nos encantou, nos comoveu e nos trouxe recordações muito subjetivas espelhadas pela sua sensibilidade.
Obrigada pela colaboração, será sempre bem vinda no movimento!
Bjs,
Merielle

Anônimo disse...

Olá Marthinha,
adorei as apresentações, vocês são fantásticas mesmo. Fiquei com uma enorme vontade de poder participar de uma outra oportunidade, vocês estão de parabéns. Um abraço forte!!!!


"Sentimentos se aflingem em pensar no fio de navalha
Que por mais sólido que pareça e inverta
Também balança e se perde em declives que cometa

Na suavidade da dureza, sei e tenho certeza
Que por mais belo que o sentimento seja
Brigo e luto por não ter que mergulhar na tristeza

Fico preocupado por saber de um corpo fechado
Que se abre quando encantado
Mas também se fecha se for decepcionado
- Prefiro ficar calado...

Um sentimento perene que está plantado
Não pode ser fugaz por outro lado
Finco no peito essa raiz de cor
Para depois colher frutos cultivados pelo amor, o mais belo amor."

Rodrigo cabral - Amigo e Parceiro

Lilia disse...

Martha,

Lindo que se chame Afeto
Lindo que as leitoras sejam estas
e lindo que seja numa escola, qualquer uma, que valorize a poesia.

E já imagino este texto no teatro, na TV. Como para Adélia aconteceu o Dona Doida. Juro!

sempre fã ,
Lilia

Iray disse...

Oi Martha, estava ouvindo sua apresentação nos Maristas e fiquei super emocionada.Que coisa linda,você realmente é maravilhosa principalmente quando escreve.
Te amo. Beijos

Anônimo disse...

Martha querida,

Que momento bonito!Impossível não fazer um passeio nas próprias memórias. Nossa trabalho tem uma coisa asssim...fazemos uma escola.
Um beijo,
rose

Anônimo disse...

Afeto é pouco para falar do que rolou naquela hora. Amor, lembrança, saudade, fé, amizade... Vc me fez reacender força, vida, paz, simplesmente por deixar que eu participasse. Agradeço sempre a Deus te colocar em minha vida (e agradeço a Lilia também).
Sempre sua "Irmã Ursa"

Tania França disse...

Que coisa tão linda Muadiê! [Com açucar e com] afeto! Que nome bacana. E o sotaque baiano das leitoras, coisa linda, meu Deus! Pura emoção! Histórias de família é o que conta em nossas vidas pois de todas, só ficamos com as boas.
Elogio de mãe... - ah, Iray, me perdoe, ela é um pouco minha filha também, viu? Viva nossa filha!

NAMIBIANO FERREIRA disse...

Lindo.....
Deixei em Cores & Palavras um pequeno presente para voce.
Kandandu

Marília disse...

Que lindo Manets!!!
Transbordo de orgulho e de amor quando vejo você recitando seus textos.

Te amo

. fina flor . disse...

querida, estou regularizando minha caixa postal e assim que estiver tudo OK te passo para receber o livro, tá?

beijocas e boa semana,

MM.

. fina flor . disse...

ah, desisti de desistir.... ia fechar o fina flor, mas desisti, rs*...

beijos

MM.

Giselly Lima disse...

Hoje conversei com Lícia Beltrão e ela tinha visto esse post. Elogiou. Muita gente que conhece e gosta da sua poesia. Parabéns! Muito bonito!

Marcus Gusmão disse...

O título do post diz tudo. Afeto traduzido em memória, em versos, em palavras.

Gerana Damulakis disse...

Muito bom. Tudo isso pode ser resumido em uma palavra, como vc escreveu: "afeto".

Anônimo disse...

Você sempre criando e re-arrumando a existência permanentemente.
Um grande beijo
Caubi

Anônimo disse...

Martha,,
Que suceso é esse? Os textos foram escritos por vc?
Conte mais detalhes que eu quero saber. bj

Ana

Anônimo disse...

Martinha,

A sutileza pelo ecoar das vozes através de suas palavras fez meu coração pulsar por tanta emoção!!
Parabéns por mais um momento especial no Marista.
Carinhosamente,Edith
bjs

Anônimo disse...

Oi Martha,
Ví o vídeo do evento da escola. É incrível como você conserva estas lembranças e as descreve de uma maneira tão linda e comovente.Lembro que você já havia postado estes textos no blog mas ouvi-los assim ainda é mais emocionante. Viajo no tempo com você ao lembrar da casa de Ubaíra, as parreiras de vó Mariazinha, o quarto de jornais de vô Brício, do quintal de cima onde eu me acabava de tanto chupar groselha.
Parabéns
Beijos
Litza

Edu O. disse...

maravilha!!!

Fernanda Leturiondo disse...

Ai, Martha, que lindo! Muito mesmo. Adorei!
um beijo

Diz disse...

adorei seu p q pariu lá qd viu o marlon brnado:) é isso mesmo
bjs saudades,
ando sem tempo- mi madre acá vivendo comigo depois de anos...está c 83- abla o dia todo, preciso mudar meu escritório p cima, estou aqui e todos falam comigo o dia todo- saio pouco- apenas trabalhar- nem todos os dias.

Diz disse...

Depois volto p ver os vídeos agora não dá.

A Chuva de Maria

A Chuva de Maria

Muadiê Maria

Muadiê Maria