01 fevereiro, 2009

Da série: Marília, eu te amo

Eu morava naquela casa deliciosa em Brotas e minha mãe e Marília foram nos visitar.

Na casa vizinha, um placa avisava:

VENDE-SE MUDAS

- Quem compra, Irá?
- O que, Mari?
- Mulher que não fala!

12 comentários:

Moacy Cirne disse...

Um ótimo - e engraçado - diálogo. Pois é, quem vai querer comprar pessoas mudas...

Um beijo.

Lilia disse...

Eu me lembro muito das histórias de Marília.
Tem uma outra, do relato que ela fazia do primeiro dia na escola: "tem gentes que morde, gentes que bate, gentes que belisca..."

lembra??!

linda, esta menina!

beijo

Lapepe disse...

INFELIZMENTE ALGUNS HOMENS , LINDA E FALANTE MARÍLIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Lapepe

Mani disse...

Eu amei!!!!

Marília disse...

Também te amo muito Manet´s. Hoje com minha leitura mais desenvolvida, adoro chegar aqui no seu blog e aprender um pouco mais sobre você, seus caminhos e abismos.
Te amo

~ Marina ~ disse...

Ótimo, baiana!

Passei por aqui para te visitar, e gostei muito do que li.

Beijos,


Gerlane

Ana Paula Sampaio disse...

De blog em blog cheguei aqui... Que divertida essa história com jeito de "causo"! beijos!

Nilson disse...

Delíciosas histórias, tanto essa quanto a da preá. Passei pra dizer que tô de volta e adorando tudo, pra variar. Bjos!

. fina flor . disse...

kkkk, e existe essa mulher?

beijos, querida e bom fim de semana

MM.

Salve Jorge disse...

Salve moça
Para saíres da fossa
Tenho cá coisa nossa
Que assim que se esboça
Há quem faça troça
Mas digo-te que não há quem possa
Seja na cidade ou na roça
Com essa inigualável muda
Não que a outras belezas eu não aluda
E possa dizer que o interesse não ajuda
Mas seria coisa muito mesmo da absurda
Eu estar cá a oferecer-te uma mulher surda
No lugar de uma espetacular mulher que não fala
Que é capaz de até embelzar seu móveis da sala
Sua criança à noite ela embala
Mas não canta
Só esquenta a janta
Os seus problemas espanta
A utilidade é tanta
Só não fala...

KimdaMagna disse...

...mudas de árvores...
...mudas de vida...
...mudas as palavras ( pode ser num sentido duplo)...

Esta língua portuguesa pode ser caixinha de surpresa, maravilhosa, quando aberta p'la mão de você.

Continuo apaixonado ( como no 1º dia) pela poética do abrir das suas caixinhas...

xaxuaxo

Aroeira disse...

rarará adorei!

A Chuva de Maria

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Muadiê Maria

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